01 abril 2009

Emptiness never fades

O vazio de ti enche-me todos os dias
Inevitavelmente
Como um balão nefasto,
Uma câmara sem ar.

Um vazio demasiado extenso onde nada mais cabe
A não ser o próprio vazio.
Um nada rarefeito
Feito de ar e solidão.

Um sabor inócuo
Que saboreio diariamente,
Sem fim
Sem propósito.

Vageio somente
Ao ritmo das ondas
De um mar parado
Sem movimento.

Um vazio de ti
Um deserto árido
Um ermo seco
Um baldio inóspito.

Uma vida ao abandono.

2 Comments:

Blogger Bluedog said...

"Il était une fois un petit prince qui habitait une planéte à peine plus grande que lui, et qui avait besoin d'un ami..."

12:55  
Blogger marga said...

me gusta lo que escribes, y me encanta la música de tu blog ;)
saludos desde españa!

22:43  

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